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Pontos históricos de Manaus se transformam com avanço da cheia do Rio Negro

Tradicionais referências do Centro da capital, como a Praça do Relógio e prédio da Alfândega, estão inundados. Manaus já vive terceira maior cheia da história.
O nível do Rio Negro sobe a cada dia em Manaus e a cidade já vive terceira maior cheia da história, desde o início dos registros em 1902. Nesta terça-feira (18), o nível da água chegou a 29,74 metros, segundo o Porto de Manaus. Pontos históricos do Centro da cidade já estão inundados, como a Praça do Relógio e o prédio da Alfândega, e atraem visitantes.

Mais de 400 mil pessoas são afetadas pela cheia no Amazonas
Cheia causa prejuízos em 52 de 62 municípios do Amazonas
O gerente de logística Durval Almeida, de 45 anos, foi até o Centro de Manaus com a esposa, filha, sobrinha e nora para um passeio durante a noite. Ele comentou que decidiram ir ao local para registrarem o acontecimento, após verem as notícias sobre como estava a Praça do Relógio com o nível de água nas ruas.

“É uma coisa diferente e preocupante. Diferente, porque a água está muito acima do nível, e preocupante, porque ao mesmo tempo pode causar problemas com a infraestrutura, o escoamento de água. A água parada atinge as casas de pessoas que moram nas margens”, disse.

Gerente de logística Durval Almeida, de 45 anos, visitou a Praça do Relógio para ver como estava após rua ser atingida por cheia. — Foto: Patrick Marques/G1 AM
Gerente de logística Durval Almeida, de 45 anos, visitou a Praça do Relógio para ver como estava após rua ser atingida por cheia. — Foto: Patrick Marques/G1 AM

O empreendedor Anderson Souza, de 42 anos, também levou a família até a Praça do Relógio na noite de segunda-feira (17). Ele lembrou que presenciou a cheia histórica de 2012, quando a cidade viveu a maior cheia já registrada e decidiu levar o filho para ver como está o Centro de Manaus.

“Infelizmente, é ruim para as pessoas que moram próximo ao rio, porque acaba alagando tudo. Apesar de todo o transtorno, também chega a ser uma coisa bonita de se ver como está aqui no Centro Histórico de Manaus. Acabou sendo um passeio em família para vermos como está”, comentou Souza.

Empreendedor Anderson Souza, de 42 anos, lembrou quando vivenciou cheia histórica de 2012, em Manaus. — Foto: Patrick Marques/G1 AM
Empreendedor Anderson Souza, de 42 anos, lembrou quando vivenciou cheia histórica de 2012, em Manaus. — Foto: Patrick Marques/G1 AM

Cheia atinge Praça do Relógio
No domingo (16), a água alcançou a Praça do Relógio, um dos pontos turísticos da cidade. Motoristas precisaram desviar a rota em razão do alagamento causado pelo Rio Negro.

Além disso, lojistas construíram uma espécie de barricada na tentativa que a água não entre nos estabelecimentos.

Praça do Relógio, no Centro de Manaus, começou a ser atingida pela cheia do Rio Negro
Praça do Relógio, no Centro de Manaus, começou a ser atingida pela cheia do Rio Negro

Terceira maior cheia da história
Com 29,74 metros, o nível do Rio Negro chega à terceira maior cheia da história, desde o início dos registros em 1902. A cidade decretou situação de emergência.

A subida da água se aproxima da cheia histórica registrada no ano de 2012, quando o rio chegou a 29,97 metros. A previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) é de que neste ano o nível chegue até a 30,35 metros, ultrapassando o recorde.

Em praticamente todo o Amazonas, a cheia causa inundações. De acordo com dados da Defesa Civil, mais de 400 mil pessoas estão afetadas.

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